24 de jan de 2013

Gerente expulsou menino negro de concessionária da BMW e disse ‘isso não é para você’


No Rio de Janeiro - Brasil

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Quarta, 23/01/2013

Gerente expulsou menino negro de concessionária da BMW e disse ‘isso não é para você’

Entrevista com Priscilla Celeste, mãe da criança






http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-rj/cbn-rj/2013/01/23/GERENTE-EXPULSOU-MENINO-NEGRO-DE-CONCESSIONARIA-DA-BMW-E-DISSE-ISSO-NAO-E-PARA-VOCE.htm


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Casal denuncia no Facebook racismo contra filho adotivo em loja de carros no Rio

Vendedor expulsou o menino negro sem saber que o garoto era filho do casal


O casal Ronald Munk e Priscilla Celeste acusa um funcionário da concessionária BMW de racismo contra o filho negro de apenas sete anos. Os dois criaram uma página no Facebook para denunciar o episódio, que, segundo eles, ocorreu no último dia 12 de janeiro em uma loja na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Na rede social, Priscilla relata que o vendedor expulsou o menino, que foi adotado pelo casal, sem saber que o garoto era filho do casal. De acordo com a professora, o funcionário ainda se justificou ao marido dela dizendo “eles pedem dinheiro e incomodam os clientes”.

— Estávamos conversando com ele [o vendedor], quando nosso filho se aproximou de nós. O gerente voltou-se imediatamente para ele e, sem pestanejar, mandou que ele se retirasse da loja, dizendo que ali não era lugar para ele: "você não pode ficar aqui dentro. Aqui não é lugar para você. Saia da loja." Nosso filho ficou olhando para ele, sem compreender o que estava acontecendo.

Indignados, Priscila e Ronald enviaram um email à concessionária para relatar o ocorrido. No texto, eles incluíram a transcrição da Lei Federal 7.716, que regulamenta os crimes de discriminação e preconceito racial. No entanto, segundo Priscilla, o pedido de desculpas só veio uma semana depois.
 
— Somente uma semana depois do ocorrido recebemos um e-mail do dono da concessionária, desculpando-se, qualificando a atitude de seu gerente como “mal-entendido” e justificando-a como reação natural de um funcionário que vê um menor desacompanhado em sua loja.

A resposta da concessionária revoltou o casal. Por isso, eles criaram a comunidade “Preconceito racial não é mal-entendido” no Facebook. Até as 15h30 desta quarta-feira (23), mais de quase 12 mil internautas haviam “curtido” a página no site de relacionamentos.

— O fato de o gerente de vendas não ter percebido que o menino era nosso filho e sua conclusão imediata de que um menino negro, aparentemente sozinho, dentro de uma concessionária BMW, seria um menor desacompanhado e sua atitude de colocá-lo para fora da loja não constituem, em hipótese alguma, um mal-entendido. Trata-se de preconceito de raça, sem qualquer possibilidade de outra interpretação.

O R7 procurou a concessionária da BMW, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.


http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/casal-denuncia-no-facebook-racismo-contra-filho-adotivo-em-loja-de-carros-no-rio-20130123.html



Filho adotivo é expulso de concessionária BMW, afirmam pais

 

Casal do Rio de Janeiro alega que filho adotivo, negro, foi expulso de uma concessionária da BMW confundido com um pedinte

 
 

Casal acusa concessionária da BMW de racismo


Funcionário teria pedido para filho, que é negro, sair da loja e não incomodar os clientes


23/01/2013 - 17h55 | Agência Estado
correiopontocom@rac.com.br







Um casal acusa um funcionário da Autokraft, concessionária da BMW na Barra da Tijuca (zona sul do Rio), de racismo durante um atendimento realizado em 12 de janeiro. A professora Priscilla Celeste e o consultor Ronald Munk foram à loja com o filho de 7 anos, que é adotado e negro.

A criança ficou vendo TV enquanto os pais conversavam com o funcionário. Quando a criança se aproximou dos pais, segundo o casal, o vendedor se dirigiu ao menino: "Você não pode ficar aqui dentro. Aqui não é lugar para você. Saia da loja". Em seguida, o vendedor se virou para o casal e disse: "Eles pedem dinheiro e incomodam os clientes". Imediatamente, Priscilla pegou o filho pela mão e saiu da loja.

Ao perceber a situação, o funcionário tentou se explicar. Ronald contou a situação ao gerente da loja, que gaguejou e pediu desculpas, segundo o consultor.

Embora o racismo seja considerado crime inafiançável, o caso não foi registrado na polícia porque o casal aguardava uma retratação da BMW. Por e-mail, a concessionária classificou o episódio como "mal entendido" e pediu desculpas.

O casal criou uma página na rede social Facebook, na internet, com o título "Preconceito racial não é mal entendido", que até as 17h de terça-feira (22) já havia sido visitada e elogiada por mais de 16 mil pessoas.


http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/01/capa/nacional/leia_mais/25631-casal-acusa-concessionaria-da-bmw-de-racismo.html



REPERCURSÃO INTERNACIONAL.

Forbes.

http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2013/01/23/white-couples-black-child-kicked-out-of-bmw-dealership-in-brazil/

White Couple's Black Child Kicked Out Of BMW Dealership In Brazil

- in Portuguese.
The adopted black child of a white Brazilian couple was kicked out of a BMW dealership in Rio de Janeiro, Globo’s G1 reported Wednesday.
The couple, Ronald Munk and Priscilla Celeste, were looking for a new beamer when a salesman saw the child wandering around nearby and asked the child to leave.  The news sent mild shockwaves in the Brazilian press as the country still struggles with rampaging racial inequality.
The salesman told the couple, according to Priscilla’s account with G1: “You can’t stay in here. This isn’t a place for you. You have to leave.” The salesman then told Priscilla that poor children often come into the car lot asking for money. When they told him that the boy was their son, his “mouth fell open in embarrassment,” the couple said.
BMW Group in Brazil sent a note to the couple saying they were sorry for the mishap. Seven days later, the BMW dealership where the couple was shopping for a new car sent an email apologizing, calling it a misunderstanding. For her part, Priscilla created an account on Facebookcalled “Prejudice is Not a Misunderstanding. It’s a Crime.”
Ronald told G1 that nothing like this has happened before with his 7 year old son. The boy asked why he was asked to leave, “when the store has a room with a TV playing cartoons for children,” G1 reported.  Priscilla said that she thinks her son understood why he was kicked out of the dealership.


 

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