12 de nov de 2011

Expressão Nacional debate os 10 anos das cotas raciais



Debate sobre grandes temas da agenda nacional, com deputados e representantes do Governo e da sociedade civil.

O Ensino superior ainda é privilégio para poucos brasileiros. Entre os negros, o acesso à universidade é ainda mais difícil. Dados do IBGE de 2010 indicam que enquanto 15% da população branca tem Ensino Superior completo, somente 5% da população negra consegue terminar um curso universitário. Para contornar essa desigualdade, em 2001 o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a garantir reserva de vagas para vestibulandos negros nas universidades estaduais. Hoje chega a 158 o número de instituições públicas de ensino superior que adotam algum tipo de cota em seus processos seletivos e destas, 89 implantaram a política de cotas para negros.
Mas mesmo em um país com maioria de cidadãos pardos ou negros, o sistema de cotas raciais ainda não é consenso. Em 2010 foi sancionado o Estatuto da Igualdade Racial, que não fala diretamente da adoção das cotas. A favor das cotas, levantamentos feitos pelo Ipea, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e por organizações do movimento negro afirmam que o desempenho dos alunos cotistas tem surpreendido e em alguns casos chega a ser melhor do que a performance de alunos não cotistas.
Passados os dez primeiros anos das cotas, esse modelo ainda é o mais eficaz para diminuir as diferenças de oportunidades entre brasileiros negros e brancos?



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Matéria: Expressão Nacional debate os 10 anos das cotas raciais (bl.1)
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