7 de jul. de 2014

07 de Julho - Aniversário MNU



Aniversário 

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07 de Julho.

Vida Longa ao MNU!






Negros nos Jogos da Copa 2014



http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2014/06/28/a-coluna-de-hoje-540921.asp

Mistério há de pintar por aí 
O advogado Humberto Adami, um dos ativistas do movimento negro, diz acreditar que podemos estar diante de uma espécie de “Fifagate”. Ele quer saber onde foram parar os 50 mil ingressos doados para os pobres. 
Para ele, “isso pode explicar por que os negros não estão nos estádios, ao menos em parte”. 


DIVERSIDADE ZERO

Jornal britânico destaca a ausência de negros nos jogos da Copa

Reportagem publicada no 'Guardian' chama a atenção para a falta de pessoas negras na torcida durante as partidas da Copa


fonte | A A A
Uma reportagem publicada na última terça-feira, 1, no jornal britânico Guardian chama a atenção para a falta de negros nos estádios durante as partidas da Copa do Mundo.
Intitulada “A falta de rostos negros no meio da torcida mostra que o Brasil não é verdadeira nação arco-íris”, a reportagem critica o Brasil e diz que o país deveria aproveitar o evento para mostrar a diversidade cultural do país. De acordo com o texto, ao invés disso, o que se constata é um “preconceito profundamente enraizado”.
O jornal diz que metade da população brasileira é composta por negros ou pardos, mas que essa proporção não se reflete na torcida presente nos estádios.
O autor da reportagem, o jornalista brasileiro Felipe Araújo, disse que no jogo Brasil contra Gana, realizado no estádio Castelão, os únicos negros presentes na torcida eram os africanos.
Enquanto isso, crianças negras estava do lado de fora do estádio tentando ganhar dinheiro dando carona para os torcedores em suas bicicletas. “Para todas as oportunidades geradas pela Copa do Mundo, a questão dos negros não está incluída. Neste quesito, em particular, o Brasil marcou um gol contra”, diz o jornalista.
http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/jornal-britanico-destaca-a-ausencia-de-negros-nos-jogos-da-copa/



Jornal inglês critica falta de negros nos estádios da Copa

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Mas e se alguém te dissesse que o Brasil está longe de ser um país realmente multiétnico? – e que a Copa do Mundo evidencia isto de uma maneira muito simples?
Em um texto publicado na última terça-feira no jornal inglês The Guardian o repórter Felipe Araújo faz uma reflexão sobre a torcida brasileira na Copa do Mundo: “Cobrindo a Copa do Mundo como jornalista me encontrei participando de um jogo similar ao ‘Onde Está Wally?’, o problema é que a pergunta agora era mais séria: onde estão todos os negros? Passei por cinco cidades-sede até o momento e em todas elas a pergunta para a resposta estava distante de ser respondida – eu até perdi lances de gol enquanto procurava por negros nas torcidas”.

http://correionago.com.br/portal/jornal-ingles-critica-falta-de-negros-nos-estadios-da-copa/




 por G1

'The Guardian' destaca a ausência de torcedores negros nos estádios da Copa

The GuardianUm artigo publicado nesta terça-feira (1º) no site do jornal britânico "The Guardian" destaca a falta de negros na torcida do Brasil nesta a Copa do Mundo. "A falta de rostos negros no meio da torcida mostra que o Brasil não éverdadeira nação arco-íris" é o título do texto assinado pelo jornalista brasileiro Felipe Araújo, que trabalha no Brasil como produtor da emissora alemã ZDF.
No artigo, Araújo diz que "a Copa do Mundo deveria mostrara diversidade cultural do Brasil. Tudo o que está realmenteexposto são preconceitos profundamente enraizados do país" (leia o texto original, em inglês). 
O texto destaca que mais da metade da população brasileira é formada por pardos ou negros e que esta proporção não se reflete nos estádios da Copa.  "A imagem do Brasil é vendida internacionalmente como uma nação arco-íris, um país democrático em termos raciais. Não há conflitos étnicos ou religiosos e todos falam a mesma língua. O governo esperava usar a Copa para mostrar esta diversidade cultural."
O artigo diz que a maioria da população negra no Brasil não tem dinheiro para comprar os ingressos dos jogos da Copa. O jornalista destaca que no jogo Alemanha x Gana, em Fortaleza, os únicos negros nas arquibancadas eram os torcedores africanos. As crianças negras brasileiras ficaram do lado de fora do estádio, tentando ganhar dinheiro dando carona para os torcedores em suas bicicletas.
"Para todas as oportunidades geradas pela Copa do Mundo, a questão nos negros não está incluída. Neste quesito, em particular, o Brasil marcou um gol contra", diz o artigo.
http://g1.globo.com/mundo/blog/brasil-visto-de-fora/post/guardian-destaca-da-ausencia-de-torcedores-brasileiros-negros-nos-estadios.html



Perfil de quem morre: Jovem, Homem e NEGRO.


Jovem, homem, negro é o perfil dos que mais morrem de forma violenta no país


  • 02/07/2014 07h38
  • Brasília
Helena Martins - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto

Em média, 100 a cada 100 mil jovens com idade entre 19 e 26 anos morreram de forma violenta no Brasil em 2012, mostra o Mapa da Violência 2014, que considera morte violenta a resultante de homicídios, suicídios ou acidentes de transporte (que incluem aviões e barcos, além dos que ocorrem nas vias terrestres de circulação).
O estudo mostra que, nos anos 1980, a taxa de mortalidade juvenil era 146 mortes por 100 mil jovens, e passou para 149, em 2012. Se a média geral não mudou significativamente com o passar do tempo e o aumento populacional, a causa, sim.  Naquela década, as causas externas, que independem do organismo, eram responsáveis pela metade do total de mortes dos jovens.
Já em 2012, dos 77.805 óbitos juvenis registrados pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, 55.291 tiveram sua origem nas causas externas. Mais de 71% do total. Os homicídios e os acidentes de transporte são os dois principais responsáveis por essas mortes, segundo o relatório. 
A diferença também é diagnosticada quando comparados homens e mulheres. Entre 1980 e 2012, no total das mulheres, as taxas passam de 2,3 para 4,8 homicídios por 100 mil. Um crescimento de 111%. Entre os homens, a taxa passa de 21,2 para 54,3. Um aumento de 156%.
No caso dos suicídios, a pesquisa revela mortalidade três a quatro vezes maior no caso dos homens, no Brasil. Entre as décadas citadas, as taxas masculinas cresceram 84,9%. Já as femininas, 15,8%.
Uma terceira variável chama a atenção na pesquisa: a vitimização dos negros é bem maior que a de brancos. Morreram proporcionalmente 146,5% mais negros do que brancos no Brasil, em 2012. Considerando a década entre 2002 e 2012, a vitimização negra, isso é, a comparação da taxa de morte desse segmento com a da população branca, mais que duplicou.
Segundo o responsável pela análise, Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências, o recorte racial ajuda a explicar o fato de não ter se verificado na pesquisa grandes mudanças nas taxas globais de homicídios, embora o número registrado a cada ano tenha aumentado. Os brancos têm morrido menos. Os negros, mais. Entre 2002 e 2012, por exemplo, o número de homicídios de jovens brancos caiu 32,3% e o dos jovens negros aumentou 32,4%.
De acordo com Jacobo, essa seletividade foi construída por diversos mecanismos, entre os quais o desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à violência em áreas onde havia mais população branca do que negra, bem como o acesso, por parte dos brancos, à segurança privada. Assim, os negros são excluídos duplamente - pelo Estado e por causa do poder aquisitivo. “Isso faz com que seja mais difícil a morte de um branco do que a de um negro”, destaca o sociólogo.
Ele alerta que essa situação não pode ser encarada com naturalidade pela população brasileira. “Não pode haver a culpabilização da vítima”, diz Jacobo, para quem o preconceito acaba justificando a violência contra setores vulneráveis. O sociólogo, que em 2013 recebeu o Prêmio Nacional de Segurança Pública e Direitos Humanos da Presidência da República, defende o estabelecimento de políticas de proteção específicas, que respeitem os direitos dos diferentes grupos e busquem garantir a vida da população.

Matéria alterada para correção de informação no primeiro parágrafo. O número, na abertura da matéria, é 100 jovens a cada 100 mil e não a cada 1.000, como  o texto informava.
PORTAL EBC - AGENCIA BRASIL.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-07/p-quarta-jovem-homem-negro-esse-e-o-perfil-dos-que-mais-morrem-de-forma-viol